Arquivo para maio de 2010

Nossos tesouros

Ensinar é repassar um princípio a alguém que não detém aquele conhecimento. Não importa se o outro é um doutor em alguma área e você pouco estudou: sempre temos algo a ensinar a alguém. Isto também é maravilhoso.


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De segunda a sábado

Como é bom entrarmos cedo no templo, rever rostos queridos e estar no meio de pessoas com as quais podemos estar “desarmados”, com a mesma liberdade com que chegamos em nossa própria casa! É domingo! Vivemos todo o dia, por vezes almoçando com outros irmãos, passeando, rindo, ou ainda que seja compartilhando dores e, à noite, retornamos ao templo para novo período de reconfortante louvor e profiláticos puxões-de-orelha recebidos na pregação da Palavra. É a igreja de Jesus se reunindo para a necessária reposição de forças, para a renovação das esperanças, para a recarga dos suprimentos dispendidos durante toda a semana, para o alívio das tensões sofridas nas batalhas e limpeza dos inevitáveis ferimentos do cristão que não fica escondido em “casamatas”   por seis dias, mas que, de segunda a sábado se lembra de que este é o tempo de se levantar contra as portas do inferno!
Existe uma cultura, camuflada em nossos discursos, latente, subversiva, silenciosamente maligna, que nos leva a acordar na segunda-feira com os pensamentos e sentimentos de que “voltamos à realidade”, como se o Reino de Deus aos domingos, em sua expressão mais mensurável aos nossos sentidos humanos, fosse um momento de devaneio e, porque não dizer, de fuga da dureza da vida secular.

Não, é o contrário!!! Lembra-se? “No mundo tereis aflições. Mas, tende bom ânimo, porque eu venci o mundo.” Foi Jesus, nosso Senhor, quem disse isto. E ele estava falando sobre ser igreja no mundo.

É lá o lugar da igreja! A maior atuação, o maior investimento dos recursos, a concentração das batalhas de oração, o maior exercício dos frutos e dons do Espírito Santo,  a verdadeira obra delegada à igreja pelo “Ide!” deve ser do lado de fora das paredes dos templos. É lá que estão os cativos, os doentes, os desanimados, cujo socorro o Senhor colocou em nossas mãos.

O templo, nosso quartel-general, é lugar de refrigério passageiro, o descanso do sétimo dia, para a Glória do Senhor nosso Deus que em tudo o que determina é perfeito eternamente. Amém!


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