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Casamento
por Mara Protta em Sem categoria as 4 de outubro de 2009
Efésios 5:
“22 Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
23 porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo.
24 Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a
seus maridos.
25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra,
27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
28 Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
29 Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja;
30 porque somos membros do seu corpo.
31 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne.”
Você já observou as gotas d’água numa janela? Vem uma pequena lá de cima e, no meio de tantas, encontra uma e junta-se a ela. Seguem mais um pouco e encontram outra. Lá de cima, do outro lado, vem rápido outra que pára próximo e acaba juntando-se às primeiras. Assim, várias gotas vindas de pontos diferentes da vidraça, juntam-se até terem peso suficiente para escorrer vidro abaixo numa gota de verdade. Uma gota d’água contém a quantidade exata de água para ser uma gota. Assim, o conhecimento sobre algo tem a quantidade certa de informações discernidas para ser conhecimento.
Temos aprendido tantas coisas a respeito do casamento, mas uma gota especial encontra-se nestes versículos.
A palavra de Deus diz que o Seu relacionamento com a igreja é um casamento desta com seu Filho (o noivo e a noiva).
Nos versos acima o Senhor diz que o homem deve amar:
Amar é: (Dicionário La Rousse Cultural)
Ter amor, afeição, ternura, dedicação, devoção’; querer bem. Estimar, gostar, apreciar. (grifos meus)
Estima e apreço têm a ver com valorizar, considerar de alto preço.
Paulo não está falando de sentir amor, no âmbito do coração. Ele ordenou ao homem que exerça o amor para com a mulher, como Ele próprio ama a igreja. Ele não perde sua igreja de vista e ela é o seu único objetivo. Tudo o que Ele faz é para a edificação, bem estar e alegria dela.
À mulher o Senhor ordena sujeição:
“Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres,”(I Pedro 3:1)
Submeter. (Dicionário de Aurélio Buarque de Holanda)
[Do lat. submittere.] V. t. d. 1. Reduzir à obediência, à dependência; sujeitar, subjugar:
Sujeitar é: (Dicionário La Rousse Cultural)
Tornar sujeito, que por sua vez é: Que se sujeitou ao poder do mais forte; súdito. Que se conforma; que se deixa guiar por alguém ou por alguma coisa. Domado, escravizado, cativo; que não tem vontade própria. Dependente, submetido, comprometido a obedecer. Que está naturalmente disposto, inclinado ou habituado a alguma coisa. Que é de natureza a produzir efeitos. Que pode dar lugar, ocasião ou ensejo a alguma coisa. (grifos meus)
Também aqui o Senhor, através de Pedro, não está falando de sentimentos, mas de disposição de coração. Então, temos que: o exercício do amor por parte do homem produz sujeição da mulher no relacionamento, assim como a sujeição da mulher produz o amor do homem no relacionamento.
Esta é a chave, o segredo, a senha para esta aliança tão especial que Deus não criou sem o maravilhoso propósito de levar a humanidade a permanecer sob seus cuidados. Tão especial que é comparada à maior de todas as alianças: a do Senhor e sua amada igreja.
Sabemos que, naturalmente, não temos amor. O amor é dom de Deus. Por isso é necessária a sujeição da igreja ao Senhor. Se nos fixarmos neste exemplo perfeito não há como confundir os papéis num casamento. É impossível, à igreja, conhecer o amor se não estiver sujeita ao Senhor. Da mesma forma, o Senhor não pode exercer o amor a um povo insubmisso: “Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.” (Efésios 5:6)
Assim como o Senhor não rejeita a um coração contrito, o homem quebranta-se diante da esposa submissa e, obviamente, não estamos falando de cativeiro imposto, senão de submissão voluntária, tanto da esposa ao marido quanto da igreja ao seu Senhor.
Com esta última gotinha o Senhor completou o conhecimento que me faltava, tornando em verdadeira gota que, escorrendo vidro abaixo, transbordou em meu coração, satisfazendo completamente todas as questões que estão encerradas debaixo desta ordem precisa, destas instruções perfeitas, desta aliança maravilhosa que nasceu no coração de Deus, chamada casamento.
Florianópolis, 03 de junho de 2001.
CASAMENTO
Efésios 5:
“22 Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
23 porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo.
24 Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.
25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra,
27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
28 Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
29 Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja;
30 porque somos membros do seu corpo.
31 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne.”
Você já observou as gotas d’água numa janela? Vem uma pequena lá de cima e, no meio de tantas encontra uma e junta-se a ela. Seguem mais um pouco e encontram outra. Lá de cima, do outro lado vem rápido outra que pára próximo e acaba juntando-se às primeiras. Assim, várias gotas vindas de pontos diferentes da vidraça, juntam-se até terem peso suficiente para escorrer vidro abaixo numa gota de verdade. Uma gota d’água contém a quantidade exata de água para ser uma gota. Assim, o conhecimento sobre algo tem a quantidade certa de informações discernidas para ser conhecimento.
Temos aprendido tantas coisas a respeito do casamento, mas uma gota especial encontra-se nestes versículos e, certamente será a informação que falta para que muitas gotículas de relacionamentos venham a se tornar gotas na vida de muitos casais.
A palavra de Deus diz que o Seu relacionamento com a igreja é um casamento desta com seu Filho (o noivo e a noiva).
Nos versos de Paulo o Senhor diz que o homem deve amar: “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.”(Efésios 5:28)
Amar é: (Dicionário La Rousse Cultural)
Ter amor, afeição, ternura, dedicação, devoção’; querer bem. Estimar, gostar, apreciar. (grifos meus)
Estima e apreço têm a ver com valorizar, considerar de alto preço.
Paulo não está falando de sentir amor, no âmbito do coração. Ele ordenou ao homem que exerça o amor para com a mulher, como Ele próprio ama a igreja. Ele não perde sua igreja de vista e ela é o seu único objetivo. Tudo o que Ele faz é para a edificação, bem estar e alegria dela.
À mulher o Senhor ordena sujeição:
“Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres,”(I Pedro 3:1)
Submeter. (Dicionário de Aurélio Buarque de Holanda)
[Do lat. submittere.] V. t. d. 1. Reduzir à obediência, à dependência; sujeitar, subjugar:
Sujeitar é: (Dicionário La Rousse Cultural)
Tornar sujeito, que por sua vez é: Que se sujeitou ao poder do mais forte; súdito. Que se conforma; que se deixa guiar por alguém ou por alguma coisa. Domado, escravizado, cativo; que não tem vontade própria. Dependente, submetido, comprometido a obedecer. Que está naturalmente disposto, inclinado ou habituado a alguma coisa. Que é de natureza a produzir efeitos. Que pode dar lugar, ocasião ou ensejo a alguma coisa. (grifos meus)
Também aqui o Senhor, através de Pedro, não está falando de sentimentos, mas de disposição de coração. Então, temos que: o exercício do amor por parte do homem produz sujeição da mulher no relacionamento, assim como a sujeição da mulher produz o amor do homem no relacionamento.
Esta é a chave, o segredo, a senha para esta aliança tão especial que Deus não criou sem o maravilhoso propósito de levar a humanidade a permanecer sob seus cuidados. Tão especial que é comparada à maior de todas as alianças: a do Senhor e sua amada igreja.
Sabemos que, naturalmente, não temos amor. O amor é dom de Deus. Por isso é necessária a sujeição da igreja ao Senhor. Se nos fixarmos neste exemplo perfeito não há como confundir os papéis num casamento. É impossível, à igreja, conhecer o amor se não estiver sujeita ao Senhor. Da mesma forma, o Senhor não pode exercer o amor a um povo insubmisso: “Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.” (Efésios 5:6)
Assim como o Senhor não rejeita a um coração contrito, o homem quebranta-se diante da esposa submissa e, obviamente, não estamos falando de cativeiro imposto, senão de submissão voluntária, tanto da esposa ao marido quanto da igreja ao seu Senhor.
Com esta última gotinha o Senhor completou o conhecimento que me faltava, tornando em verdadeira gota que, escorrendo vidro abaixo, transbordou em meu coração, satisfazendo completamente todas as questões que estão encerradas debaixo desta ordem precisa, destas instruções perfeitas, desta aliança maravilhosa que nasceu no coração de Deus, chamada: casamento.
Submissão, uma decisão inteligente!
por Mara Protta em Sem categoria as 8 de setembro de 2009
Submissão, ao contrário do que o mundo propaga através de vozes manipuladas por adeptos da indisciplina, não é uma atitude passiva, é uma decisão inteligente. Submissão não é subserviência ou servilidade na qual aquele que serve não tem escolha, seja pela opressão que sofre, seja pela sua falta de entendimento e consequente falta de capacidade. Não é esse tipo de submissão que o Senhor quer de nós. Ele não quer robôs em Seu reino. Ele não quer autômatos manipulados. Ele quer servos conscientes.
O mundo nos oferece inúmeros caminhos: todos muito lindos, fáceis e que não requerem prática nem habilidade… Porém, o Senhor nos oferece um só caminho: estreito, reto e, muitas vezes, árduo. Mas, porque escolhemos o caminho do Senhor? Porque temos entendimento de que “o Jugo do Senhor é suave e leve é o Seu fardo.” Sabemos também que o Jugo do mundo é absolutamente insuportável. Então, nossa condição de servos do Senhor não é uma atitude deliberada da nossa parte? Não escolhemos esta submissão por saber que o Senhor estará ao nosso lado todo o tempo e nos conduzirá a mansas águas?
Quando o Senhor diz à mulher para ser submissa ao marido, é também dessa submissão que Ele fala. Não é uma servilidade obtusa na qual a mulher se sujeita aos caprichos do marido porque não pode se sustentar sem eIe, física e moralmente…
Se esse tipo de submissão não agrada ao Senhor, deverá agradar a seus servos? Se escolhemos ser servos do Senhor porque Ele é justo, é reto, é bom, não deverão ser estes os motivos que levam as mulheres a serem submissas a seus maridos e os filhos a serem submissos a seus pais?